Pai e filhas são presos suspeitos de matar mulher e jogar corpo em rio no sul do Tocantins

Deise Carmem foi encontrada morta em Peixe em janeiro de 2026. As prisões dos suspeitos têm prazo de 30 dias, segundo a polícia.

Três pessoas foram presas na manhã desta segunda-feira (2), suspeitas de matar Deise Carmem de Oliveira Ribeiro, em Peixe, região sul do Tocantins (relembre caso abaixo). Os investigados são o marido e as duas filhas da vítima. Segundo a Polícia Civil, o crime teria sido motivado por conflitos familiares. 

O marido, de 54 anos, e uma das filhas do casal, de 31 anos, foram presos em Palmeirópolis. Já a outra filha, de 26 anos, foi detida em Palmas. Conforme a polícia, as prisões temporárias têm um prazo de 30 dias. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados.

Na operação da Polícia Civil desta segunda-feira, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em endereços de Palmas e Palmeirópolis. Um celular de uma das filhas foi apreendido e será periciado. 

Polícia prende marido e filhas suspeitos de matar Deise Carmem de Oliveira — Foto: Alessandro Ferreira/Divulgação SSP-TO
Polícia prende marido e filhas suspeitos de matar Deise Carmem de Oliveira — Foto: Alessandro Ferreira/Divulgação SSP-TO

O delegado João Paulo Sousa Ribeiro informou que a vítima foi morta a facadas e teve o corpo jogado no rio, na tentativa de ocultar o crime. “Foi um crime de extrema gravidade, marcado não só pela violência, mas também pela tentativa de obstruir a Justiça e enganar a polícia”, disse. 

Os três investigados presos permanecem à disposição da Justiça. Conforme a polícia, além do homicídio, os suspeitos devem responder pelas tentativas de atrapalhar o fluxo processual. O inquérito deve ser finalizado dentro do prazo legal. 

Relembre o caso 

Deise Carmem de Oliveira Ribeiro tinha 55 anos — Foto: Reprodução/Gurupi Memes

Deise estava desaparecida desde o dia 27 de dezembro de 2025. O corpo dela foi encontrado no dia 1º de janeiro de 2026, em estado de decomposição no rio Santa Tereza, que fica na zona rural de Peixe. No dia, um morador da região avistou algo boiando no rio e chamou as autoridades. 

Durante o resgate, os bombeiros identificaram que o corpo de Deise estava boiando, mas acabou ficando preso a um banco de areia que se formou no meio do rio. 

O corpo passou por exame de necropsia e foi liberado no dia 4 de janeiro, quando foi entregue à família para velório e enterro.

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